segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Equipe militares chegaram por volta das 15h30 desta sexta-feira ( 22) à Rocinha, horas após o anúncio do reforço anunciado pelas autoridades de segurança. Inicialmente, um helicóptero das Forças Armadas sobrevoou a região. Pouco depois, tropas por terra chegaram em comboio com muitos veículo.
 Os militares foram se agrupando na parte baixa da comunidade antes de subir. Após se alinharem, entraram em fila com arma em punho. Moradores acompanharam a ação sem correria. Não houve confronto.



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A comunidade da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, voltou a registrar intensos tiroteios nesta sexta-feira 22. Os confrontos começaram no domingo 17, com uma disputa interna pelo controle do tráfico e, desde então, a comunidade tem sido palco de operações policiais e confrontos diários.
O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e o secretário da Segurança Pública, Roberto Sá, pediram a atuação das forças militares e o pedido foi autorizado pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann. O cerco do Exército, que deverá atuar na parte baixa da comunidade, no acesso às vias expressas, começou por volta das 15h desta sexta. Segundo Jungmann, serão 950 homens e dez veículos blindados.
A Autoestrada Lagoa-Barra, que dá acesso ao bairro nobre de São Conrado, por exemplo, ficou bloqueada por quase quatro horas e foi reaberta por volta das 15h desta sexta-feira. As autoridades também demonstram preocupação com o acesso à Cidade do Rock, onde acontece o Rock In Rio, e já providenciaram mudanças no serviço especial de ônibus para o local do evento, na Barra da Tijuca (zona oeste).
 Rocinha-tiroteio
Nesta sexta, relatos de tiroteios foram registrados em outras comunidades do Rio, e ao menos dois jovens foram feridos.
Na comunidade Nova Brasília, no Complexo do Alemão, um estudante de 18 anos foi baleado dentro da escola, durante uma aula de educação física. Na comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré, uma jovem de 16 anos foi atingida por estilhaços de bala.